Ao decidir subir a montanha já imaginava o quando esse ato me elevaria, não só os 1.500 metros, mais a minha percepção do mundo.
Impulsivamente, sem planejamento algum, peguei a bicicleta e pedalei, pedalei por ruas em aclives que desconhecia, não pensei no perigo por estar sozinho, mas com força de vontade cheguei ao pé da montanha.
No início da trilha, já percebi o respeito que devemos ter com tudo e com todos que estão a nossa volta, a natureza e o homem devem coexistir.
Com o objetivo definido, comecei a caminhar lentamente observando a floresta, com suas árvores oponentes, e percebi que não estava só...
Passando pela floresta, me deparei com o primeiro obstáculo, escadas naturais formadas no paredão da montanha, não me intimidei e visando alcançar o topo, escalei calmamente. A cada cem metros uma pausa pra recuperar as forças e apreciar a paisagem. No início tinha pensado em correr pra chegar mais rápido ao topo, mas como na vida não podemos deixar de dar atenção a tudo e todos que nos acompanha nessa jornada.
O perigo em me deparar com um urso feroz e selvagem não me amedronta, pois o urso ao ver seu habitat diminuído e desmatado, ele deve se cogitar: e eles ainda dizem que eu sou selvagem,
Depois de algumas horas finalmente alcancei o cume, a felicidade por natureza eliminou o cansaço e as dores, e os meus olhos deslumbraram da infinita beleza.
Gritei de alegria e compartilhei de coração a felicidade que sentia com todos que na mente me vinha.
No alto não me senti sendo a montanha imponente e soberana, mais sim aquela formiga que ali buscava um alimento pra dividir com os seus...
Os desafios nos motivam a superar os obstáculos para atingirmos nossos sonhos.
Nunca deixem de sonhar!
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